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Descubra aqui alguns conselhos e dicas.


Primo -Vacinação
- A primeira vacina deve ser às 6 semanas – Vacina contra a parvovirose.
- 8 semanas – Vacina contra a parvovirose + esgana + hepatite + leptospirose.
- 12 semanas – Vacina igual à anterior + tosse do canil.
- 16 semanas – Tosse do canil + raiva.
- Dezembro / Janeiro ou Julho / Agosto - Febre da carraça
(reforço um mês depois).
Depois do cachorro ter seguido o programa de primo-vacinação, deve fazer todos os anos um único reforço, para manter o seu sistema imunitário forte e resistente.

Leishmaniose
Doença transmitida por um mosquito muito frequente em Portugal. Ao picar, o insecto injecta um parasita que se espalha pela corrente sanguínea, e que vai enfraquecendo progressivamente o animal. Não existe cura nem tratamento eficaz. A única prevenção é feita pelo uso de coleiras que têm um efeito repelente sobre o mosquito.
As manifestações são várias: emagrecimento, unhas compridas, perdas de sangue pelo nariz, feridas e lesões nos orgãos.

Parvovirose, Esgana, Hepatite e Leptospirose
São doenças víricas altamente contagiosas, afectando com mais frequência os animais jovens. Possuem um grau de mortalidade elevado, e a vacinação é a única maneira de evitar o contágio.
Para que os cachorros estejam devidamente protegidos e os seus donos tranquilos, existe um programa vacinal que consiste em reforços sucessivos das principais doenças até que o sistema imunitário do cachorro esteja apto a combater os agentes envolvidos.

Vacinação Anual
Raiva + tosse do canil + esgana + leptospirose + hepatite + parvovirose e febre da carraça em Dezembro / Janeiro e Julho / Agosto.

Dirofilariose
Doença transmitida por um mosquito. Este pica o animal injectando um parasita que entra na corrente sanguínea, provocando danos severos ao nível do coração. Existe tratamento, mas por vezes os danos já são irreversíveis. Existe prevenção mensal da doença através de um comprimido.

Tártaro
O aparecimento de tártaro é inevitável ao longo da vida do seu animal.
Pode lavar os dentes com pastas próprias para animais, dar ossos para exercitar o periodonto, dar granulado, e deste modo manter os dentes limpos.
No entanto, por vezes é necessário fazer destartarização, quando o hálito for intenso e o tártaro for vísivel.

Atenção: A higiene da boca é muito importante, pois com o passar do tempo o depósito de bactérias nos dentes é de tal modo intenso, que o animal começa a ingerir essas mesmas bactérias, e estas vão afectar o aparelho respiratório, com afecções pulmonares, e o aparelho circulatório, com endocardites verrucosas.

Alimentação
A alimentação ideal para o seu animal é a ração seca. Esta ajuda ao bom funcionamento do aparelho gastro-intestinal, e no exercicio do periodonto, mantendo os dentes limpos.
Existem várias rações no mercado que satisfazem em pleno todas as necessidades do seu animal, e como tal não tem que se preocupar com suplementos.
A comida de lata apresenta várias desvantagens: tem açúcar, o que aumenta a prevalência de tártaro; é mais cara; não obriga à ingestão de água, e por vezes provoca graves desarranjos intestinais.

8 Meses despiste
-Dirofilariose e posterior prevenção mensal.
- Lishmaniose e depois controlo uma vez por ano, com prevenção através do uso da coleira.
- Despiste de displasia (raças grandes e predisponentes).

Desparasitação interna
Até aos 4 meses - de 15 em 15 dias.
Dos 4 aos 6 meses - uma vez por mês.
A partir dos 6 meses - de 3 em 3 meses.

Desparasitação externa
Pulgas – mensalmente.
Carraças – coleira de 4 em 4 meses.

Controlo da Natalidade
Fêmeas - se não pensa ter ninhadas, o ideal é proceder à cirurgia para esterilização.

Porquê? Evita cios, e como tal a probabilidade de falsa gravidez, tumores mamários e infecção do útero.

Pilula, sim ou não? Não – provoca infecções uterinas e tumores mamários, logo tem mais malefícios do que benefícios.

Despiste de displasia
Esta doença provoca alterações na articulação do fémur em raças grandes, provocando dor e dificuldades na locomoção.

É uma doença multifactorial, podendo ser de origem congénita ou adquirida por alterações alimentares, exercício excessivo, mau maneio, entre outras.
É importante fazer um diagnástico radiográfico aos 8 meses de idade, para ter uma primeira noção da existência ou não da patologia.